Associação Brasileira de Zootecnistas: Comportamento Ingestivo de Ovinos Santa Inês mantidos em pastagem de capim Urocloa (Urochloa mosambicensis (Hack) Daudy) com suplementação no semi-árido Comportamento Ingestivo de Ovinos Santa Inês mantidos em pastagem de capim Urocloa (Urochloa mosambicensis (Hack) Daudy) com suplementação no semi-árido ================================================================================ 1 Paulo José Presídio Almeida2, Mara Lucia Albuquerque Pereira3, Saulo Tannus Azevedo4, Marcio dos Santos Pedreira5, Danilo Ribeiro de Souza6, Tarcizio Villas Boas Santos Silva7, Evanilton Moura Alves8, Taiala Cristina de Jesus Pereira9, Leile Daiane Ribe on 18/08/2009 19:45:00 *Parte do projeto de mestrado do primeiro autor, financiado pela FAPESB. *Mestrando em Zootecnia – UESB/Itapetinga. Bolsista do CNPq. e-mail: paulojose@uesb.br *Professora do Curso de Zootecnia - DEBI - UESB/Itapetinga. e-mail: mara@uesb.br *Mestre em Zootecnia – UESB/Itapetinga. Bolsista da FAPESB. *Professor do Curso de Zootecnia – DTRA – UESB/Itapetinga. *Mestrando em Zootecnia – UESB/Itapetinga. Bolsista da CAPES. *Graduando em Zootecnia – UESB/Itapetinga. Bolsista da UESB. *Doutorando em Zootecnia – UESB/Itapetinga. *Graduando em Zootecnia – UESB/Itapetinga. Bolsista da CNPq. *Graduando em Zootecnia – UESB/Itapetinga. Bolsista da FAPESB. Resumo: O experimento foi conduzido no CEPECOS em parceria com UESB, Itapetinga-BA. Foram utilizados 24 ovinos inteiros da raça Santa Inês, desmamados, com peso corporal (PC) médio inicial de 20 ± 2 kg com aproximadamente 90 dias de idade. O período experimental foi de 75 dias no período da seca. Os animais foram distribuídos em quatro tratamentos constituídos por animais consumindo forragem sob pastejo diferido de capim Urocloa (Urochloa mosambicensis (Hack) Daudy) sem suplementação concentrada (MM) ou consumindo suplementos formulados com diferentes fontes energéticas (farelo da vagem de algaroba (FVA), sorgo (SG) ou farelo de trigo (FT) em substituição parcial ao milho) fornecidos na proporção de 1% do PC dos animais. Os ovinos foram submetidos à observação visual a cada dez minutos, durante 24 horas, ao 65º dia do período experimental, com o objetivo de avaliar os parâmetros do comportamento ingestivo. Os tempos médios despendidos com a alimentação não diferiram (P>0,05). Para os tempos gastos com a ruminação o tratamento MM apresentou valor superior (P0,05) do suplementado com FVA. Para o tempo gasto em ócio pelos animais do tratamento MM observou-se o menor (P0.05). For the spent time in rumination, treatment with MM showed highest value (P0.05) of the supplementation with the FVA. For the spent time in idle, the 2 MM treatment present the lowest (P