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Avaliação do consumo de três diferentes formulações de proteinados para ovinos com inclusão do ionóforo monensina1

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  1. Trabalho financiado com recursos da Fapemig e CNPq
  2. Graduandos em Medicina Veterinária – Escola de Veterinária da UFMG Bolsista FAPEMIG. e-mail: luigicavalcanti@bol.com.br
  3. Doutorandos em Zootecnia – Escola de Veterinária da UFMG. Bolsistas CNPq e CAPES. E-mail: zoobetoo@gmail.com
  4. Professor Adjunto do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG. Bolsista CNPq. E-mail: iran@vet.ufmg.br

Resumo: Suplementou-se com três diferentes proteinados 21 ovinos adultos da raça Santa Inês separados em três grupos de sete animais. A cada grupo forneceu-se diariamente 150 gramas de três fórmulas distintas de proteinados (Fórmula 1, 2 e 3) cujos consumos foram avaliados em intervalos de 24 horas num período de 24 dias. Os proteinados testados possuíam diferentes nutrientes variando basicamente na concentração de Cloreto de Sódio (NaCl) da primeira fórmula para as outras, e o uso do ionóforo monensina somente na Fórmula 3, sendo que a porcentagem de proteína nas formulas 2 e 3 eram maiores em detrimento da porcentagem de matéria mineral. O grupo que recebeu a fórmula 1 apresentou o menor consumo com uma média de 27,74 gramas, em seguida o grupo 2 com média de 48,65 gramas de consumo e por fim o grupo 3 com maior média, 63,95 gramas. Os resultados mostram diferença estatística no consumo entre as fórmulas 1 e 3. Devido ao consumo maior da fórmula 3 pode se inferir que há alguma interferência da monensina utilizada nesta, uma vez que a mesma possuía também a maior percentagem de Cloreto de Sódio, conhecido como limitante da ingestão de sal mineral. Pode se somar ao possível efeito da monensina o fato da inclusão deste ionóforo ser a diferença básica entre as fórmulas 2 e 3.

Palavras–chave: aditivos, ovelhas, sal mineral

 

Evaluation of the intake of three different protein mineral salt including ionophore monensin supplementation for sheep

Abstract: Different formulations of protein mineral salt were randomly offered to 21 Santa Inês sheep divided into three distinct groups of seven animals each. During 24 consecutive days, each group was supplemented of 150g of each of the three formulations (Formula 1, 2 and 3) and the mineral salt intake of the groups was evaluated after periods of 24 hours. The difference between the formulas consisted on the levels of sodium chloride (NaCl) and the inclusion of ionophore (monensin) in the Formula 3. The protein percentage in Formulas 2 and 3 were higher in detriment of the mineral matter composition. The group that received Formula 1 got the lowest intake (27,74g), followed by group 2 (48,65g), and the third group, with the highest average intake (63,95g). Those results were different statistically (p<0,05), mainly between Formulas 1 and 3. As the higher mineral salt intake was for Formula 3, it can be inferred that it has some interference of the monensin added to the protein mineral salt formulation. Also it possesses the highest sodium chloride percentage, known to limit the intake of mineral salt. To this fact it can be added the possible effect of ionophore monensin to be the basic difference between the Formulas 2 and 3.

Keywords: additives, protein mineral salt, sheep

 


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