Vários aspectos influenciam a epidemiologia desta enfermidade, tais como: a capacidade do hospedeiro de desenvolver imunidade contra as infecções parasitárias, as condições climáticas e o manejo dos animais. Praticamente 100% dos animais criados a campo albergam uma ou mais espécies de helmintos. O parasitismo, entretanto, não é sinônimo de doença, pois, geralmente, os animais de um rebanho encontram-se em boas condições de saúde, ou pelo menos, a maioria deles. Isto decorre do fato dos hospedeiros terem mecanismos imunológicos que possibilitam, na maioria das vezes, manter a população de endoparasitas sob controle. Os resultados obtidos no Brasil relacionados ao manejo integrado de bovinos e ovinos com o objetivo de descontaminar pastagens têm se mostrado bastante promissores, especialmente quando envolvem bovinos adultos.
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