Apesar de dispor de quase 8.000 Km de litoral e um “mar” de água doce, associado à condições excepcionais para aqüicultura (clima, relevo, recursos hídricos, insumos para fábrica de ração, etc.), o Brasil, ao invés de ser um dos grandes exportadores mundiais de pescado, importou em 1996 U$424.930.000,00 em peixes, crustáceos e moluscos, principalmente dos nossos parceiros do MERCOSUL. Só para se ter uma idéia do potencial latente que apresentamos, caso ocupássemos com tanques-rede, apenas 0,1% dos 5.000.000 hectares de superfície alagada pelas barragens hidrelétricas dos rios Paraná e São Francisco, poderíamos triplicar a produção nacional de pescado, atingindo 1.800.000 toneladas anuais (estimado que cada metro cúbico produza 30 Kg de peixe/ano).
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