Discorrer sobre o papel e ou área de atuação do zootecnista na criação de eqüídeos é uma desafiadora tarefa em tempos de Zootec. Resta-nos observar com cautela a autenticidade dos atuais dados de produção e criação de eqüídeos. Interessante, seria, fazer um comparativo de nossos animais, com outras espécies de interesse comercial, (preferencialmente animais de grande porte) abordando alguns itens semelhantes de sistemas de produção. Isso facilitaria em muito, a visão do mundo particular que os eqüídeos ocupam na cadeia produtiva animal e até mesmo o entendimento do que seria a indústria do cavalo. Pretende-se com isso quebrar alguns dos paradigmas e preconceitos equivocados de que cavalo é hobby, não há nem lucratividade e nem interesse zootécnico em criá-los. Apresentar dados comparativos da realidade da criação nacional de eqüídeos com demais países ricos em cultura e tradição da arte e técnica em criá-los facilita a compreender não só as áreas de atuação profissional em eqüídeocultura como também a que “pé” está nossos eqüídeos. Eles atendem a demanda de mercado? O que é desejável na criação de eqüídeos? Estamos utilizando tecnologia adequada? Se não, quais seriam os gargalos na produção de eqüídeos? Quais são as necessidades de aperfeiçoamento profissional diante das exigências do mercado de trabalho? A carga horária e o conteúdo programático da disciplina de Eqüídeocultura têm sido adequados para a atuação profissional no mercado de trabalho? Diante desses dados, ficaria fácil apresentar algumas das inúmeras formas de atuação técnico-profissional na criação de eqüídeos.
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