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Desenvolvimento de Equações para Predizer o Consumo de Matéria Seca de Bovinos Nelore e Mestiços

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  1. Professor do DZO-UFV scvfilho@ufv.br
  2. Doutorando DZO-UFV
  3. Professora do DVT-UFV

O Brasil possui o maior rebanho comercial de bovinos do mundo e parte destes animais é terminado em confinamento. De 2000 a 2004, os confinamentos cresceram 24,5%, representando um total de 477 mil cabeças a mais (ANUALPEC, 2005). No confinamento de bovinos, os alimentos representam o componente de maior importância econômica.

Variações na produção animal estão mais correlacionadas com as características de consumo de alimentos em relação a outras características da dieta, tais como digestibilidade aparente (Crampton et al., 1960). Desta forma, a predição acurada do consumo de matéria seca (CMS) é fundamental na formulação de dietas a fim de atender as exigências nutricionais, predizer o ganho de peso diário dos animais e estimar a lucratividade da exploração (NRC, 1996).

Pesquisas publicadas recentemente (Lanna & Almeida, 2004) sugerem a inclusão nos programas de melhoramento genético de bovinos de corte da variável consumo alimentar residual (CAR). Embora compreendido a importância desta variável, sua limitação está em determinar o CMS individual dos animais e de estimar por equação matemática o CMS. A predição do CMS é fundamental, pois o CAR, é calculado como a diferença entre o consumo real e a quantidade de alimento que um animal deveria comer baseado no seu peso vivo médio e no seu ganho médio diário.

A maior limitação dos modelos nutricionais para a formulação de rações se concentra na inacurácia da predição do CMS, gerando uma busca contínua de procedimentos para obtenção de estimativas confiáveis desta variável (Detmann et al., 2003).

O NRC (1996) ressalta que devido a fatores que regulam o consumo pelos ruminantes não serem completamente compreendidos, os modelos de predição do CMS são de natureza empírica.

Diferentes modelos para a predição do CMS em bovinos têm sido desenvolvidos, variando desde modelos de equações de regressões múltiplas relativamente simples a modelos teoricamente muito mais complexos englobando submodelos relativos a características de animal, alimento e ambiente (Keady et al., 2004).

Em uma ampla discussão sobre modelos de predição da ingestão de alimentos, Pittroff & Kothmann (2001) avaliaram 12 diferentes modelos e independente do grau de complexidade e sofisticação matemática dos mesmos, dez desses levavam em consideração a variável “peso vivo”, denotando a grande importância da inclusão dessa variável nos modelos propostos. Segundo o NRC (1984), os requerimentos de energia são relacionados à taxa de ganho (peso vivo), dessa forma a ingestão de alimentos deve ser predita antes da formulação das dietas para satisfazerem os requerimentos. Assim, um modelo adequado também deve levar em consideração o ganho médio diário para predizer o CMS.

Os trabalhos nacionais têm gerado as suas próprias equações de forma isolada, não havendo maior integração dos dados disponíveis. Uma possível análise mais abrangente de conjuntos de dados independentes, gerados em condições tropicais com animais de grupo genético, sexo, idade e ganho de peso heterogêneos, seria o mais recomendado no sentido de construir e definir equações de predição de CMS para bovinos de corte no Brasil.

Desta forma, conduziu-se esse trabalho com o objetivo identificar os principais fatores que interferem no CMS, avaliar os modelos propostos pelo NRC (1984, 1996) e desenvolver e validar equações para predição do CMS a partir de um banco de dados obtido de animais de diferentes grupos genéticos, pesos ao início do experimento, submetidos a diferentes taxas de ganho e tipos de alimentos, confinados em regiões tropicais.


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lucas oliver em 21/01/2011 13:30:11
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GOSTARIA QUE ALGUM PROFISSIONAL DA AREA ENTRASSE EM CONTACTO COMIGO SOBRE CONFINAMETO DE BOVINOS. NAO TENHO EXPERIENCIA E GOSTARIA DE ESTUDAR A VIABILIDADE DE ABRIR UM EM MINHA FAZENDA.
VOCES PODEM ME AJUDAR???????????????????/
MUITO OBRIGADO
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Deivison Novaes Rodrigues em 22/01/2011 03:20:47
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Prezado Lucas,

Sou Zootecnista, mestrando em Nutrição e Produção de Ruminantes e Produtor de Bovinos de Corte, talvez eu possa lhe ajudar, mas adianto que para executar tal projeto(confinamento) é necessário que o profissional que for lhe auxiliar conheça as condições de sua fazenda, se houver interesse de sua parte pode me enviar um e-mail (deivisonnr@hotmail.com), pois caso não seje possível eu lhe auxiliar as vezes posso lhe indicar alguem que possa.

Abraço
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Terra D'Sta Cruz Pec.d' Corte em 05/08/2011 15:50:38
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Lucas, trabalhamos com currais calçados q permite coletar os resíduos sólidos e líquidos, que através de biodigestores são disponibilizados o fertilizante necessário para fertilizar área de campineira possibilitando trabalhar com até 15 animais p/há, DISPENÇANDO O USO DE SUPLEMENTAÇÃO A BASE DE MONENZINA P/ ANIMAIS EM FASE DE TERMINAÇÃO. O biogás gera energia para mover a moto bomba do sistema de irrigação. O sistema permite um lucro liquido de 40 a 50% do valor final da @. Os custos p/ implantação são todos financiados pelo BNDES, via banco JBS,SICREDI e BB ou outros com credito do programa federal ABC (AGRICULTURA DE BAIXO CARBONO. Podemos auxiliar em todo o processo do desenvolvimento do projeto a operacionalidade diária do sistema.
Cont., terrabioenergia@gmail.com, skype-alves769, tel.(66)9995-8618)
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Lauriston Bertelli em 19/01/2012 18:26:04
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Sou Diretor de pesquisas na Premix e temos aqui uma equipe especializada em confinamentos; é só entrar no site

premix.com.br
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