Introdução
Assim como em outros setores da agropecuária nacional, os integrantes da cadeia produtiva de caprinos e ovinos têm buscado melhor estruturação e maior competitividade, visando atender às crescentes exigências de mercado. Dentre essas exigências, destacam-se aquelas relacionadas à qualidade sanitária dos rebanhos.
Os caprinos e ovinos são suscetíveis a uma série de doenças que podem interferir na produtividade dos animais e colocar em risco a saúde pública. A ocorrência ou não dessas doenças está condicionada, basicamente, ao tipo de animal utilizado e ao sistema de produção ao qual estão submetidos, variando em função dos fatores ambientais e sócio-econômicos (Borges, 2000).
Segundo Gouveia (2003) e Pinheito et al. (2003), os estados sanitário e nutricional deficitários presentes nas criações de caprinos e ovinos, juntamente com a ausência ou uso inadequado de tecnologias, constituem, sem dúvida, os três pilares nos quais se apóiam as mais importantes causas de baixa produção e rentabilidade da caprinocultura e da ovinocultura no Brasil.
Considerações finais
A observação dos integrantes da cadeia produtiva às normas e práticas estabelecidas pelo Regulamento Técnico do PNSCO e demais normas sanitárias vigentes representa a garantia da eficácia das ações, que envolvem tanto medidas de caráter compulsório quanto de adesão voluntária, com o objetivo de reduzir o risco de ocorrência de doenças nos rebanhos caprino e ovino. O PNSCO se encontra em estruturação e, atualmente, está desenvolvendo as seguintes atividades:
Poste seu comentário